domingo, 26 de dezembro de 2010

Farofa de Cream Crack

  

  Este post é uma dica da minha esposa Juliana, para quem deseja uma farofa fácil e diferente, temos a Farofa de Biscoito Cream Crack:

  Ingredientes:

 -1/2 pacote de biscoito Cream Crack
-2 colheres de manteiga
-1 colher de azeite
-1 cebola bem picadinha
-3 colheres cheia de milho verde
-2 colheres de azeitona
-2 colheres de bacon picadinho
-50g de queijo ralado de pacote
-1 colher de salsa e cebolinha bem picadinha(opcional)


Modo de fazer:

Bata no liquidificador o biscoito e reserve. Em uma frigideira ponha a margarina, o azeite, a cebola picadinha e o
bacon para dourar. Ponha o milho, a azeitona e a farinha do
biscoito, misture bem, ponha o queijo ralado e se quiser a
salsa e cebolinha picadinha.


  Por Célia Regina Tavares Caldas

sábado, 25 de dezembro de 2010

Gastronomia, direito humano.

O fundador do movimento internacional slow food sustenta: buscar uma alimentação prazerosa e em equilíbrio com a natureza é uma atitude política. O problema é que a velha tradição militante ainda despreza a complexidade e beleza do ato de comer
Minha tese é simples: a gastronomia pertence ao domínio das ciências, da política e da cultura. Contrariamente ao que se acredita, ela pode constituir uma ferramenta política de afirmação das identidades culturais e um projeto virtuoso de confronto com a globalização em curso.
Porque não há nada de mau em apreciar os prazeres da boca, base fundamental do saber gastronômico e elemento essencial da qualidade de vida. O movimento Slow Food foi criado “pela defesa e pelo o direito ao prazer de se alimentar-se. Alguns militantes, freqüentemente os de esquerda, ficam chocados com tais afirmações, que eles associam à “decadência burguesa” ou ao “epicurismo degenerado”. Alguns esclarecimentos são, portanto, necessários.
Primeiro, quando falamos de gastronomia, não há apenas o prazer. Segundo seu principal teórico, Jean-Antelme Brillat-Savarin (1755-1826), autor de La Physiologie du Goût (1826), a gastronomia é o “conhecimento racional de tudo o que é relativo ao homem enquanto ser que se nutre”. A partir desta simples definição, com um pequeno esforço intelectual, podemos compreender que a gastronomia reposiciona a nutrição no centro de interesse de todos.
Brillat-Savarin queria, recorrendo às causas e efeitos, fazer da arte culinária uma ciência exata. Ele se dedicou a uma análise bastante criteriosa do mecanismo do gosto. Analisou a magreza e a obesidade, a influência da dieta sobre o sono, a juventude, o envelhecimento e a morte.

Um saber interdisciplinar

A gastronomia nos conduz a um saber interdisciplinar e complexo. Interessar-se por “tudo aquilo que é relativo ao homem enquanto ser que se nutre” exige conhecimentos nos domínios da antropologia, da sociologia, da economia, a química, a agricultura, a ecologia, a medicina, os saberes tradicionais e as tecnologias modernas.
Tal corpus científico amplia enormemente o papel reservado aos gastrônomos. Ao mesmo tempo, aumenta o círculo de pessoas que deveriam estudá-lo para melhor governar, melhor confrontar os problemas atuais ou, ainda mais simplesmente, melhor compreender nosso mundo. Como defende Wendell Berry, o poeta-camponês do Kentucky, “comer é um ato agrícola”.
Não por acaso que, o movimento altermundialista teve, desde as manifestações de Seattle, contra a Organização Mundial do Comércio (OMC) participação decisiva dos camponeses, e alguns de seus expoentes mais conhecidos (José Bové, Rafael Alegría, Evo Morales etc.) vêm do mundo rural. Também não é por acaso que a qualidade da alimentação industrializada suscita, em várias cidades, uma grande preocupação. E não é à toa que, segundo o relatório das Nações Unidas, Millenium Ecosystem Assestement (2005), a maioria dos problemas ambientais são conseqüência dos métodos aberrantes de produção de alimentos.
Mais da metade da população mundial vive ainda em zonas rurais. Se somarmos a eles as pessoas que cuidam da produção ou da elaboração da alimentação nas zonas urbanas, podemos nos arriscar a dizer que a maioria dos habitantes da Terra estão envolvidos no setor da alimentação. Infelizmente, a maioria das técnicas utilizadas não são sustentáveis. O desperdício é enorme, devido aos métodos intensivos e produtivistas, que consomem mais recursos do que produzem.
Em alguns países desenvolvidos, os agricultores e operários das fábricas de alimentos representam apenas 2% da população ativa. Tudo foi industrializado. Fabrica-se em série uma alimentação sem sabor, padronizada, anti-ecológica e freqüentemente perigosa para a saúde pública (vários escândalos o provam, entre os quais o da “vaca louca”).

Pesquisar o bom produto, não o que vende mais

O futuro estará garantido apenas para homens e mulheres que produzam a comida por meio de técnicas compatíveis com os ritmos do planeta, revalorizando as técnicas antigas, respeitando a biodiversidade e as tradições gastronômicas estritamente ligadas à cultura e à economia de cada lugar do mundo. A ciência gastronômica – com seu conhecimento, seu respeito pela qualidade de vida e as diferenças culturais – deveria voltar-se a domínios compatíveis com as novas exigências ecológicas.
Colocar a ciência do prazer alimentar ao serviço de uma natureza preservada conduzirá o homem à produção da melhor alimentação possível. É uma aspiração tão legítima quanto natural. Mas não é levada em conta. Criamos uma produção que não pesquisa mais o bom produto, mas o mais comercializável. As características organolépticas dos alimentos foram degradadas, a variedade e a biodiversidade foram reduzidas. Emporcalhamos tudo, matando o solo, poluindo o ar, recorrendo demais aos transportes poluentes. Em lugar de acabar com o drama da fome no mundo, instalamos um sistema global desrespeitoso do trabalho de milhares de pessoas e socialmente criminoso.
Restabelecer os critérios de uma agricultura camponesa, a mais local possível, sazonal, natural, tradicional, constitui o começo de uma solução. Os seres humanos certamente devem nutrir-se, mas não às custas do equilíbrio do planeta. O gastrônomo e o consumidor não podem mais ignorar: mesmo que isso pareça engraçado, a escolha do que comemos orienta o mundo.
O movimento Slow Food baseou suas convicções na filosofia e abriu caminho para a construção de uma nova gastronomia. Propôs um programa de reeducação alimentar do gosto, com novos métodos, adaptados a todas as idades, na escola e no lazer. Organizou manifestações internacionais como o Salão do Gosto [1] de Turim, que luta contra a uniformização da alimentação e apresenta produtores de qualidade. Elaborou cerca de 300 projetos particulares de proteção à biodiversidade e às antigas tradições de produção pelo mundo. Contribuiu, em 2004, na criação da primeira Universidade das Ciências Gastronômicas, situada em Pollenzo e Colorno, na Itália.
Esta nova concepção da gastronomia não é apenas uma idéia. Tornou-se um movimento social, que se associa ao protesto universal contra todas as formas de uniformização induzidas pela globalização e participa de todas as “reivindicações verdes” em prol de um meio-ambiente e uma ecologia preservados.
O verdadeiro motor do movimento são os quase 100 mil adeptos da Slow Food ligados aos produtores, camponeses, artesãos e pescadores que partilham dessas idéias e que trabalham e trocam conhecimentos por um futuro melhor.

Parte de uma nova cultura política

Muitos militantes políticos continuam até agora insensíveis aos conceitos da nova gastronomia. Exceto em eventos como o Fórum Social Mundial, onde os camponeses desempenham um papel crucial, a política em geral insiste em ignorar a complexidade do ato de comer. No entanto, por trás de cada alimento tradicional, saboroso e ecologicamente sustentável, há séculos de saber, de inteligência e de criatividade. Por que correr o risco de apagar tudo isso em nome do produtivismo?
Felizmente, a esperança vem das campanhas. Essa foi a razão da criação da “Terra Madre – encontro mundial de comunidades de alimentação”, uma reunião que aconteceu pela primeira vez em Turim em outubro de 2004. Mais de 5 mil pessoas – entre camponeses, pescadores, nômades e artesãos – participaram, representando 1200 comunidades de alimentação de 130 países do mundo [2]. Uma nova reunião acontecerá de 24 a 26 de outubro de 2006, novamente em Turim.
As comunidades de alimentação são grupos de indivíduos que trabalham em conjunto para produzir comida boa, ecologicamente limpa e respeitosa da justiça social. Sem “militantismo” ou apoio sindical ou partidário: os trabalhadores, portadores de uma experiência de lutas quotidianas, cooperam para sobreviver. A maioria pagou sua própria viagem, e o Slow Food garantiu a hospedagem dos “intelectuais da terra”, que dão um senso novo à produção de comida. Sua reivindicação é extremamente política uma vez que ela remete ao mesmo tempo à dignidade, ao direito à soberania alimentar, e à liberdade de fazer seu próprio trabalho.
O projeto, para outubro de 2006, é de reafirmar estes objetivos. Os “intelectuais da terra” se reunirão com chefs de cozinha, homens e mulheres vindos dos quatro cantos do mundo, decididos a adotar produtos das comunidades de alimentação. Professores e universidades que tratam de assuntos ligados à alimentação, à revalorização dos saberes ancestrais, estarão amplamente representados, numa perspectiva de diálogo com os conhecimentos científicos modernos. A finalidade é valorizar todos os conhecimentos gastronômicos, no seu sentido mais amplo.
Uma vasta rede de produtores, pesquisadores, comerciantes, chefs de cozinha, camponeses e consumidores está prestes a nascer, graças a esta nova gastronomia, que concebe o ato de se alimentar como parte da produção. O consumidor torna-se um co-produtor. Porque de sua exigência gastronômica depende a qualidade do produto camponês.
Com “Terra Madre 2006″, será criado um grupo transversal formado por “gastrônomos de um novo tipo”, vindos de grandes e pequenas comunidades de alimentação, que se situam à margem das organizações políticas tradicionais. Trata-se de uma democracia dos humildes, afirmando-se pela maneira pela qual se alimentam, e que também pensam que um novo desenvolvimento é possível.
Longe de continuar sendo uma prática elitista, a gastronomia pode tornar-se uma ciência mais democrática. Por que a possibilidade de nutrir-se com produtos de qualidade, o prazer de saborear uma boa comida e a defesa da soberania alimentar devem ser direitos de todos.
Tradução: Patrícia Andrade
pat.patricia@voila.fr
Le Monde Diplomatique Brasil

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Vanessa da Mata - “Bolo de fubá da Vó Sinha”

A minha cantora preferida é também uma boa cozinheira. Ela ensina fazer o “Bolo de fubá da Vó Sinha”, que está no encarte de seu novo CD no programa de Ana Maria Braga.




Bolo da Vó Sinha

Ingredientes:

3 copos de fubá de milho
1 copo de farinha de trigo
1 copo de óleo de sua preferência
3 ovos
2 copos e ½ de açúcar
1 colher de fermento em pó
1 litro de leite em temperatura ambiente
½ garrafa de leite de côco
1 pacote de queijo parmesão ralado
1 pitada de sal

Modo de fazer:

Bata os ovos com o açúcar. Logo em seguida junte o trigo, o fubá de milho, o leite e o restante dos ingredientes.
Colocar em forma untada no forno pré aquecido a 180 graus.
Tirar quando estiver dourado.
Acrescentar canela!!
O bolo terá uma textura cremosa em cima e mais durinha embaixo

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Restaurante Salamaleque - Saudades




Restaurante Arábia - São Paulo


A imagem diz tudo ! Pena não termos um restaurante árabe em Recife. Saudades do Salamaleque que ficava na Estrada do Arraial - ele tinha uma magia especial, durou dois anos, mas, deixou boas lembranças. Domingo era o dia da "carneirada", um prato festivo, feito para ser compartilhado. Essa iguaria era tudo de bom - a mais famosa da casa. Tínhamos as apresentações de dança do ventre, degustar os pratos no chão, acomodados nas belas almofadas e os garçons vestidos a caráter. Era um ponto de encontro dos apreciadores da cultura árabe e com muita alegria e confraternização. Parece que o Recife não está preparado para outras gastronomias internacionais específicas como as alemães, gregas, espanhóis, ao contrário das grandes metrópoles como São Paulo, Nova York e Londres. Vale ressaltar que temos os persistentes: o Burgogui (coreano); Chiwake (nipo-peruano) e o novo Nori Temakeria & Thai (tailandesa e japonesa). Sim a palavra Salamaleque para quem não conhece - significa: "que a paz esteja contigo" e pronuncia-se "assalaamualeik".



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Restaurante Mirante em Olinda

Se você deseja passar um sábado tomando uma cervejinha, um caldinho e apreciando a paisagem de Olinda e Recife - esse lugar é o Restaurante Mirante não há nenhum estabelecimento com visual tão deslumbrante como ele na cidade alta. O Mirante está localizado no Alto da Sé - poucas pessoas sabem de sua existência. Para mim e Jú um dos melhores pratos dele é a Cavala em posta frita. Quantas vezes fomos lá só para degustar essa iguaria e repor as nossas energias mentais e visuais, escutando um MPB. O local é simples, mas, vale a pena. Um charme extra e muito romântico pode ser apreciado nos dias de lua cheia com pequenos lampiões feitos de velas sobre as mesas.



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Foto tirada do Mirante em dia de Casamento na Catedral da Sé, esperamos até às 22:00 para noiva chegar.......que lua....e no último dia de férias....

A Velinha....




Peixinho Frito

Fotos de Gustavo Rios



Foto de Cíntia Rodrigues



VÍDEOS NO MIRANTE






sábado, 24 de julho de 2010

Restaurante Flor de Coco - Olinda










                                                        
 Fotos do site da Pousada do Amparo


Eu sou suspeito para falar do Flor de Coco, um dos meus locais preferidos em Olinda, o restaurante é um oasis em nossa vida agitada - poucas pessoas o conhece - no melhor espírito "Olinda Way of Life", um lugar chic sem ser ostensivo como diria Bruno Albertim do JC. Nós deveríamos ser turistas em nossa própria cidade o que não é tarefa fácil. Como não se encantar com uma paisagem pela qual se passa de carro ou de ônibus todos os dias sempre no auge do estresse ?
Manter o espírito do viajante, querer descobrir recantos inexplorados de seu lugar requer disciplina. Olinda Alta é mestra em surpreender turistas e locais. Por trás de suas portas centenárias e seus quintais bucólicos, escondem-se restaurantes divinos que ano a ano vem formando um pólo gastronômico de primeiríssima qualidade. O Flor do Coco, instalado na charmosa Pousada do Amparo, em Olinda. O restaurante têm atrativos de sobra para se estabelecer como uma das melhores da cidade: ambiente aconchegante, bom atendimento, cozinha impecável e uma vista deslumbrante do Recife. É daqueles lugares para se gastar horas compridas, apreciando a paisagem, curtindo um bom vinho e degustando as iguarias. O camarão flor do coco, preparado com leite de coco, água de coco, azeite de dendê e ervas finas, servido no coco verde. Vem guarnecido de batata e arroz de cenoura e ervilha. Serve duas pessoas. Sobremesa: mousse de cachaça ou sorvete de coco com baba de moça é uma maravilha....quantas vezes eu e minha esposa fomos lá só para tomar esse sorvete querido. Ainda vamos fazer esse sorvete em casa.


SORVETE DE COCO COM BABA DE MOÇA

“Olinda é só para os olhos, Não se apalpa, é só desejo. Ninguém diz: é lá que eu moro Diz somente: é lá que eu vejo.” (Carlos Pena Filho)







domingo, 30 de maio de 2010

RUBACÃO - SÍMBOLO DA CULINÁRIA PARAIBANA




Pernambuco tem o Bolo-de-Rolo, a Bahia o acarajé e a Paraíba seu rubacão - É um prato da gastronomia nordestina, de origem árabe, muito apreciado no sertão paraibano - o rubacão deslocou-se para o litoral, disputando espaço com outras comidas regionais. Prato único, e de alto teor calórico e proteíco pelos inúmeros ingredientes que o compõem, e que a cada estado do nordeste, sofre modificações, por acréscimo ou supressão de um ou mais ingredientes. Os árabes utilizavam a lentilha que no Brasil, foi substituída pelo feijão macássar ou feijão-verde, típico do sertão paraibano. Ele assim como a lentilha, “casou” bem com o arroz. Os ingredientes que não podem faltar, são: o queijo de coalho, nata, toucinho (bacon), carne de sol ou de charque, e é claro, o arroz da terra (arroz vermelho) e o feijão (que pode ser verde ou macássar). No Ceará é chamado de baião-de-dois, a difrença é que na Paraíba esta no uso da nata. O rubacão é um prato que deve ser servido assim que fica pronto. Ou seja, as pessoas esperam por ele, e não o contrário. O Rubacão também é conhecido como arribação, arribaçã, ou arrubacão, quando a carne bovina ou suína é trocada pela carne deste pássaro - arribação.


Uma mistura espontânea e perfeita em termos nutricionais. Essa é uma das maiores vantagens do baião-de-dois lembradas por Sônia Lucena, coordenadora da Câmara Temática de Nutrição e Saúde do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional). Lucena, que também é professora do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Pernambuco, destaca a origem do prato, criado a partir das "dificuldades das pessoas do sertão no período da seca", para explicar o valor nutritivo.
"Quando o arroz é misturado ao feijão, é encontrada uma proteína de excelente qualidade, como é o caso da animal. é um dos alimentos mais perfeitos em termos de misturas protéicas vegetais."
É preciso ter cuidado com o queijo de coalho, no entanto, segundo a nutricionista Mônica Bieler. "Com arroz e feijão é possível reunir uma oferta protéica boa. O queijo de coalho também tem muita proteína. O problema dele é que tem bastante cálcio, que pode competir com o ferro do feijão e dificultar a absorção do ferro", explica. Para ela, o baião perfeito tem arroz, muito feijão, bastante cheiro verde e apenas um leve toque de queijo. (IML)

Fonte:
Folha de São Paulo


Receita:
  • 2 xícaras (chá) de feijão de verde
  • 3 xícaras (chá) de arroz da terra (arroz vermelho)
  • 150 g de charque ou carne de sol
  • 150 gde toucinho (bacon)
  • 150 g de queijo coalho
  • 1/2 xícara (chá) de nata
  • 1/2 xícara (chá) de manteiga da terra ou de garrafa
  • 1 Cebola roxa picada
  • 4 Dentes alho picados
  • Molho de cebolinha e coentro
Rende 04 porções.

VEJA O VÍDEO DE COMO FAZER O RUBACÃO



Baião-de-Dois
"Capitão, que moda é essa
Deixa a tripa e a cuié
Home não vai pra cozinha
Que é lugar só de mulé
Vô juntar feijão de corda
Numa panela de arroz
Capitão vai já pra sala
Que hoje tem baião-de-dois
Ai, ai, ai
Ó baião que bom tu sois
Se o baião é bom sozinho
Que dirá baião de dois".
(Música de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, escrita na década de 50)

Propaganda do Rubacão em Restaurante de João Pessoa - PB