domingo, 15 de maio de 2011



Começa nesta sexta-feira (06) nos mercados públicos do Recife a 5.º edição do Circuito de Comedoria de Mercado que vai movimentar os mercados do Cordeiro, da Boa Vista , da Madalena e Encruzilhada.
Na programação, comida regional das mais variadas como galinha à cabidela, macaxeira com carne de sol, cupim com queijo, costela no bafo, jabá, bolinho de bacalhau e mão de vaca.

O projeto segue até o dia 28 de maio e conta com a participação de 45 bares e restaurantes.

Os "comedores" també poderão conferir o violão de Jonatan Miranda, Eduardo Fonseca, Joel dos Teclados e Tácio Ferraz, todos os sábados, a partir das 12:00h. 

O festival integra o calendário do Ano da Gastronomia no Recife, criado pela Prefeitura do Recife por meio da Secretaria de Turismo, em parceria com o Governo do Estado e o Trade Turístico. 

MERCADO DO CORDEIRO
Bar da Dalva - Mão de Vaca da Dalva
Bar da Fava - Fava com Charque
Bar da Joana - Arrumadinho
Bar da Rosália - Fava com Fígado Acebolado
Bar da Sueli - Fava com Bode
Bar da Tonha - Peixe Frito da Tonha
Bar do Benedito - Arrumadinho do Benedito
Bar do Dunga  - Arrumadinho com Galinha à Cabidela
Bar do Matuto - Arrumadinho Matuto
Bar do Neco - Mão de Vaca
Bebe’s Bar - Fava do Bebe’s Bar
Café com Graça - Salada Mista de Camarão e Bacalhau
Comelândia - Croquete da Comelândia
Toalha de Mesa - Fritada de Marisco

MERCADO DA MADALENA
Arrumadinho do Abílio - Arrumadinho de Charque
Bar da Branca - Bode Guisado com Macaxeira
Bar da Márcia - Fava com Galinha Cabidela
Bar do Jairo - Língua de Boi
Bar Victor e Léo - Macaxeira com Carne de Sol
Cupim Bar e Restaurante - Costela no Bafo
Dornelas Bar - Cupim com Queijo
Feijoada e Pé de Porco do Luizinho - Feijoada
Jota’s Bar - Bode Guisado (petisco)
Macaxeira e Cia - Macaxeira à Moda da Casa
Orlando Bar e Lanchonete - Sopa de Feijão
Recanto do Petisco - Galinha à Cabidela (petisco)

MERCADO DA ENCRUZILHADA
Bar Cafua - Bolinho de Bacalhau
Bar da Dada - Arrumadinho da Dada
Bar do Camilo - Patinho com Feijão Preto
Cachaçaria Minha Deusa - Mercado da Encruzilhada
Confraria do Lelo - Jabá do Lelo
Lanchonete Recife - Guisado de Boi (petisco)
O Botequinho - Jabá

MERCADO DA BOA VISTA
Bar do Batatinha - Patinho com Charque
Buchadas Bar - Bode Guisado com Pirão
Cachaçaria O Matulão - Torresmo ao Jeito Matulão
Colher de Pau - Rabada
Gordinhas Bar - Escondidinho de Charque
Kome Keto Bar - Macarrão à Bolonhesa
Mercearia São Sebastião - Tábua de Frios Especial
Neto's Bar - Bolinho de Bacalhau Neto's
O Escritório Bar - Sarapatel
O Petisqueiro - Arrumadinho de Língua Matuta
Recanto do Leléu - Sarapatel à Moda da Casa
Roberto Bar - Cupim à Moda do Roberto

Museu do Homem do Nordeste com programação no domingo


Museu do Homem do Nordeste com programação no domingo

Neste domingo (15), o Museu do Homem do Nordeste terá uma série de atividades como parte da 9ª Edição do Circuito Nacional de Museus. As portas estão abertas das 13h às 17h. Serão disponibilizados ônibus para trazer os visitantes a partir do Parque 13 de Maio e do Horto de Dois Irmãos. As vagas são limitadas com inscrições pelo e-mail polocapibaribe@fundaj.gov.br. 

Na programação, a exposição "Mestras Bonequeiras de PE e PB - pesquisa Macao Goes (DF)" da fotógrafa Graça Seligman; a peça teatral "Mané Gostoso", com recreadores do Grupo Galpão das Artes - Pontinho de Cultura - Limoeiro (PE); e feira de brinquedos populares com participação das bonequeiras Del, Nenê e Ísis (Recife-PE), Etelvina, Lia, Zefa, Luciene (Bezerros-PE) e Edilma (PB). 

Informações: 3073-6331/ 3073-6333.



Recife Restaurant Week 2011




A 4ª edição do Recife Restaurant Week 2011  irá acontecer entre os dias 23 de maio a 5 de junho. O evento de gastronomia mais esperado do ano tem a expectativa de receber um público de 60 mil pessoas para a edição de 2011. O evento contará com mais de 40 restaurantes, que irá levar diferentes e novos pratos da gastronomia brasileira para o evento.
Serão oferecidos cardápios especiais com entrada, prato principal e sobremesa por R$29,000 (almoço) e R$ 39,00 (jantar) e ainda você pode contribuir com mais R$1,00 para ajudar uma instituição beneficente.
Confira a programação completa do Recife Restaurant Week acessando o sitehttp://www.restaurantweek.com.br/default.asp?id=29.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Arroz piauiense Maria Isabel


Arroz Maria Isabel, é na verdade uma variação do arroz de carreteiro, leva esse nome porque era uma da comidas que mais resistia as intempéries do clima e do tempo nas viagens dos tropeiros pelo sertão. De tão saboroso e querido espalhou-se por  Goiás e Piauí, onde sofreu uma mudança de sexo no nome: passou a chamar-se arroz maria-isabel. Mas, foi no Piauí que adquiriu o status e importância no dia-a-dia da culinária piauiense, como o arrubacão na Paraíba. É a comida típica que as mães piauienses preparam para seus filhos quando estão apressadas. Ao comer essa iguaria não devemos esquecer o famoso aperitivo a cachaça de caju “cajuína” e de sobremesa o doce de buriti ou de casca de limão. Uma mesa tipicamente piauiense.

Estou apresentando duas variações de receita do Arroz Maria Isabel:


ARROZ MARIA ISABEL DE CARNE DE SOL

Ingredientes:

1 kg de carne de sol
1 kg de arroz
2 cebolas raladas
½ maço de coentro
½ maço de cebolinha
2 dentes de alho
Pimenta do reino
Urucum
8 colheres de sopa de óleo
Água para cozinhar o arroz


Modo de preparo:
Corte a carne de sol em cubos e refogue com cebola, alho, pimenta do reino, urucum e óleo que dê para o arroz ficar bem solto. Deve-se refogar a carne com os temperos até ficarem bem misturados, e a carne bem corada. Acrescentar o arroz, deixar refogar por alguns minutos. Acrescentar água suficiente para cozinhar o arroz. Quando o arroz começar a amolecer, colocar uma pimenta de cheiro (fechada para não ficar picante demais). Corrigir o sal, tampar e aguardar aproximadamente 30 minutos. Servir bem quentinho e decorar com cebolinha e coentro.

Receita da Chef Micaela Fonseca, que tem uma escola de gastronomia no Piauí.


ARROZ DE MARIA ISABEL DE CARNE DE CHARQUE OU SECA


Ingredientes

1 Kg de arroz
1 Kg de carne charque ou seca gorda, dessalgada e cortada em pequenos cubos
4 dentes de alho
1 cebola, óleo, pimenta-do-reino e cheiro verde


Modo de fazer
Refogar e dourar a carne de charque com alho e cebola. Depois que estiver cozida, coloca-se o arroz misturando bastante com os temperos e a carne, acrescentando-se em seguida a água quente e a pimenta de cheiro cortada ao meio. Abafa-se a panela e aguarda-se um pouco, até que o arroz fique solto.


Obs.: No site da Revista Prazeres da Mesa há uma reportagem sobre o Arroz Maria Isabel: http://prazeresdamesa.uol.com.br/exibirMateria/1516/maria-isabel  O autor do texto é o famoso Chef Alex Atala do restaurante D.O.M., ele errou na matéria, o prato que ele diz ser uma variação do Arroz Maria Isabel é na verdade o Arroz de Capote que é feito com galinha- d'angola ou guiné, também muito apreciado no Piauí.



domingo, 26 de dezembro de 2010

Farofa de Cream Crack

  

  Este post é uma dica da minha esposa Juliana, para quem deseja uma farofa fácil e diferente, temos a Farofa de Biscoito Cream Crack:

  Ingredientes:

 -1/2 pacote de biscoito Cream Crack
-2 colheres de manteiga
-1 colher de azeite
-1 cebola bem picadinha
-3 colheres cheia de milho verde
-2 colheres de azeitona
-2 colheres de bacon picadinho
-50g de queijo ralado de pacote
-1 colher de salsa e cebolinha bem picadinha(opcional)


Modo de fazer:

Bata no liquidificador o biscoito e reserve. Em uma frigideira ponha a margarina, o azeite, a cebola picadinha e o
bacon para dourar. Ponha o milho, a azeitona e a farinha do
biscoito, misture bem, ponha o queijo ralado e se quiser a
salsa e cebolinha picadinha.


  Por Célia Regina Tavares Caldas

sábado, 25 de dezembro de 2010

Gastronomia, direito humano.

O fundador do movimento internacional slow food sustenta: buscar uma alimentação prazerosa e em equilíbrio com a natureza é uma atitude política. O problema é que a velha tradição militante ainda despreza a complexidade e beleza do ato de comer
Minha tese é simples: a gastronomia pertence ao domínio das ciências, da política e da cultura. Contrariamente ao que se acredita, ela pode constituir uma ferramenta política de afirmação das identidades culturais e um projeto virtuoso de confronto com a globalização em curso.
Porque não há nada de mau em apreciar os prazeres da boca, base fundamental do saber gastronômico e elemento essencial da qualidade de vida. O movimento Slow Food foi criado “pela defesa e pelo o direito ao prazer de se alimentar-se. Alguns militantes, freqüentemente os de esquerda, ficam chocados com tais afirmações, que eles associam à “decadência burguesa” ou ao “epicurismo degenerado”. Alguns esclarecimentos são, portanto, necessários.
Primeiro, quando falamos de gastronomia, não há apenas o prazer. Segundo seu principal teórico, Jean-Antelme Brillat-Savarin (1755-1826), autor de La Physiologie du Goût (1826), a gastronomia é o “conhecimento racional de tudo o que é relativo ao homem enquanto ser que se nutre”. A partir desta simples definição, com um pequeno esforço intelectual, podemos compreender que a gastronomia reposiciona a nutrição no centro de interesse de todos.
Brillat-Savarin queria, recorrendo às causas e efeitos, fazer da arte culinária uma ciência exata. Ele se dedicou a uma análise bastante criteriosa do mecanismo do gosto. Analisou a magreza e a obesidade, a influência da dieta sobre o sono, a juventude, o envelhecimento e a morte.

Um saber interdisciplinar

A gastronomia nos conduz a um saber interdisciplinar e complexo. Interessar-se por “tudo aquilo que é relativo ao homem enquanto ser que se nutre” exige conhecimentos nos domínios da antropologia, da sociologia, da economia, a química, a agricultura, a ecologia, a medicina, os saberes tradicionais e as tecnologias modernas.
Tal corpus científico amplia enormemente o papel reservado aos gastrônomos. Ao mesmo tempo, aumenta o círculo de pessoas que deveriam estudá-lo para melhor governar, melhor confrontar os problemas atuais ou, ainda mais simplesmente, melhor compreender nosso mundo. Como defende Wendell Berry, o poeta-camponês do Kentucky, “comer é um ato agrícola”.
Não por acaso que, o movimento altermundialista teve, desde as manifestações de Seattle, contra a Organização Mundial do Comércio (OMC) participação decisiva dos camponeses, e alguns de seus expoentes mais conhecidos (José Bové, Rafael Alegría, Evo Morales etc.) vêm do mundo rural. Também não é por acaso que a qualidade da alimentação industrializada suscita, em várias cidades, uma grande preocupação. E não é à toa que, segundo o relatório das Nações Unidas, Millenium Ecosystem Assestement (2005), a maioria dos problemas ambientais são conseqüência dos métodos aberrantes de produção de alimentos.
Mais da metade da população mundial vive ainda em zonas rurais. Se somarmos a eles as pessoas que cuidam da produção ou da elaboração da alimentação nas zonas urbanas, podemos nos arriscar a dizer que a maioria dos habitantes da Terra estão envolvidos no setor da alimentação. Infelizmente, a maioria das técnicas utilizadas não são sustentáveis. O desperdício é enorme, devido aos métodos intensivos e produtivistas, que consomem mais recursos do que produzem.
Em alguns países desenvolvidos, os agricultores e operários das fábricas de alimentos representam apenas 2% da população ativa. Tudo foi industrializado. Fabrica-se em série uma alimentação sem sabor, padronizada, anti-ecológica e freqüentemente perigosa para a saúde pública (vários escândalos o provam, entre os quais o da “vaca louca”).

Pesquisar o bom produto, não o que vende mais

O futuro estará garantido apenas para homens e mulheres que produzam a comida por meio de técnicas compatíveis com os ritmos do planeta, revalorizando as técnicas antigas, respeitando a biodiversidade e as tradições gastronômicas estritamente ligadas à cultura e à economia de cada lugar do mundo. A ciência gastronômica – com seu conhecimento, seu respeito pela qualidade de vida e as diferenças culturais – deveria voltar-se a domínios compatíveis com as novas exigências ecológicas.
Colocar a ciência do prazer alimentar ao serviço de uma natureza preservada conduzirá o homem à produção da melhor alimentação possível. É uma aspiração tão legítima quanto natural. Mas não é levada em conta. Criamos uma produção que não pesquisa mais o bom produto, mas o mais comercializável. As características organolépticas dos alimentos foram degradadas, a variedade e a biodiversidade foram reduzidas. Emporcalhamos tudo, matando o solo, poluindo o ar, recorrendo demais aos transportes poluentes. Em lugar de acabar com o drama da fome no mundo, instalamos um sistema global desrespeitoso do trabalho de milhares de pessoas e socialmente criminoso.
Restabelecer os critérios de uma agricultura camponesa, a mais local possível, sazonal, natural, tradicional, constitui o começo de uma solução. Os seres humanos certamente devem nutrir-se, mas não às custas do equilíbrio do planeta. O gastrônomo e o consumidor não podem mais ignorar: mesmo que isso pareça engraçado, a escolha do que comemos orienta o mundo.
O movimento Slow Food baseou suas convicções na filosofia e abriu caminho para a construção de uma nova gastronomia. Propôs um programa de reeducação alimentar do gosto, com novos métodos, adaptados a todas as idades, na escola e no lazer. Organizou manifestações internacionais como o Salão do Gosto [1] de Turim, que luta contra a uniformização da alimentação e apresenta produtores de qualidade. Elaborou cerca de 300 projetos particulares de proteção à biodiversidade e às antigas tradições de produção pelo mundo. Contribuiu, em 2004, na criação da primeira Universidade das Ciências Gastronômicas, situada em Pollenzo e Colorno, na Itália.
Esta nova concepção da gastronomia não é apenas uma idéia. Tornou-se um movimento social, que se associa ao protesto universal contra todas as formas de uniformização induzidas pela globalização e participa de todas as “reivindicações verdes” em prol de um meio-ambiente e uma ecologia preservados.
O verdadeiro motor do movimento são os quase 100 mil adeptos da Slow Food ligados aos produtores, camponeses, artesãos e pescadores que partilham dessas idéias e que trabalham e trocam conhecimentos por um futuro melhor.

Parte de uma nova cultura política

Muitos militantes políticos continuam até agora insensíveis aos conceitos da nova gastronomia. Exceto em eventos como o Fórum Social Mundial, onde os camponeses desempenham um papel crucial, a política em geral insiste em ignorar a complexidade do ato de comer. No entanto, por trás de cada alimento tradicional, saboroso e ecologicamente sustentável, há séculos de saber, de inteligência e de criatividade. Por que correr o risco de apagar tudo isso em nome do produtivismo?
Felizmente, a esperança vem das campanhas. Essa foi a razão da criação da “Terra Madre – encontro mundial de comunidades de alimentação”, uma reunião que aconteceu pela primeira vez em Turim em outubro de 2004. Mais de 5 mil pessoas – entre camponeses, pescadores, nômades e artesãos – participaram, representando 1200 comunidades de alimentação de 130 países do mundo [2]. Uma nova reunião acontecerá de 24 a 26 de outubro de 2006, novamente em Turim.
As comunidades de alimentação são grupos de indivíduos que trabalham em conjunto para produzir comida boa, ecologicamente limpa e respeitosa da justiça social. Sem “militantismo” ou apoio sindical ou partidário: os trabalhadores, portadores de uma experiência de lutas quotidianas, cooperam para sobreviver. A maioria pagou sua própria viagem, e o Slow Food garantiu a hospedagem dos “intelectuais da terra”, que dão um senso novo à produção de comida. Sua reivindicação é extremamente política uma vez que ela remete ao mesmo tempo à dignidade, ao direito à soberania alimentar, e à liberdade de fazer seu próprio trabalho.
O projeto, para outubro de 2006, é de reafirmar estes objetivos. Os “intelectuais da terra” se reunirão com chefs de cozinha, homens e mulheres vindos dos quatro cantos do mundo, decididos a adotar produtos das comunidades de alimentação. Professores e universidades que tratam de assuntos ligados à alimentação, à revalorização dos saberes ancestrais, estarão amplamente representados, numa perspectiva de diálogo com os conhecimentos científicos modernos. A finalidade é valorizar todos os conhecimentos gastronômicos, no seu sentido mais amplo.
Uma vasta rede de produtores, pesquisadores, comerciantes, chefs de cozinha, camponeses e consumidores está prestes a nascer, graças a esta nova gastronomia, que concebe o ato de se alimentar como parte da produção. O consumidor torna-se um co-produtor. Porque de sua exigência gastronômica depende a qualidade do produto camponês.
Com “Terra Madre 2006″, será criado um grupo transversal formado por “gastrônomos de um novo tipo”, vindos de grandes e pequenas comunidades de alimentação, que se situam à margem das organizações políticas tradicionais. Trata-se de uma democracia dos humildes, afirmando-se pela maneira pela qual se alimentam, e que também pensam que um novo desenvolvimento é possível.
Longe de continuar sendo uma prática elitista, a gastronomia pode tornar-se uma ciência mais democrática. Por que a possibilidade de nutrir-se com produtos de qualidade, o prazer de saborear uma boa comida e a defesa da soberania alimentar devem ser direitos de todos.
Tradução: Patrícia Andrade
pat.patricia@voila.fr
Le Monde Diplomatique Brasil

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Vanessa da Mata - “Bolo de fubá da Vó Sinha”

A minha cantora preferida é também uma boa cozinheira. Ela ensina fazer o “Bolo de fubá da Vó Sinha”, que está no encarte de seu novo CD no programa de Ana Maria Braga.




Bolo da Vó Sinha

Ingredientes:

3 copos de fubá de milho
1 copo de farinha de trigo
1 copo de óleo de sua preferência
3 ovos
2 copos e ½ de açúcar
1 colher de fermento em pó
1 litro de leite em temperatura ambiente
½ garrafa de leite de côco
1 pacote de queijo parmesão ralado
1 pitada de sal

Modo de fazer:

Bata os ovos com o açúcar. Logo em seguida junte o trigo, o fubá de milho, o leite e o restante dos ingredientes.
Colocar em forma untada no forno pré aquecido a 180 graus.
Tirar quando estiver dourado.
Acrescentar canela!!
O bolo terá uma textura cremosa em cima e mais durinha embaixo